Sabe o que é pior do que ver seu filho doente?
É ver seu filho doente e ter que levá-lo ao pronto-socorro, passar horas sentado naquelas cadeiras pra lá de incômodas esperando e, quando você finalmente acha que o sofrimento vai acabar, ser mandado de volta pra casa.
Foi exatamente isso que aconteceu comigo e com a Anna Beatriz ontem à noite.
Há alguns dias que a Bia vem apresentando uma infecção nos dedos dos pés.
Sexta-feira, quando notei que as unhas dos dedos estavam infeccionadas, corri praticamente todas as farmácias de Itabira. Só que graças a nova lei de medicamentos, não consegui comprar nada além de um anti-séptico e mertiolate o que, obviamente, não adiantou absolutamente nada!!!
Com o passar dos dias a treco no dedo da Bia foi só piorando;
1 - porque ela não consegue se controlar e coça os dedos quando está dormindo à noite.
2 - devido ela ficar coçando, a infecção virou uma ferida aberta, em carne viva mesmo.
3 - porque apesar de estar com os dedos infeccionados, doendo, coçando e em carne viva, a menina é simplesmente incapaz de usar um chinelo nos pés!
Enfim, como durante o fim de semana nada funciona - nem médico, nem posto de saúde - fiquei fazendo assepsia do ferimento e esperando que melhorasse (ou pelo menos não piorasse) até que pudéssemos consultar com um médico.
Infelizmente não foi possível porque ontem à noite a Bia começou a reclamar, dizendo que os dedos estavam doendo muito! Ela não estava conseguindo nem pisar no chão mais!
Como era de dia baile, e em dia de baile não posso contar com a ajuda de vó, levei o Alexandre pra casa de Sandra e fiquei com Beatriz no pronto-socorro esperando pelo atendimento.
Como o caso dela foi diagnosticado como sendo azul na triagem (ou seja, de menor gravidade), toda criança que chegava acabava sendo atendida antes dela.
Passamos horas esperando até que fomos atendidas por um clínico geral.
O médico olhou os pezinhos dela e disse que não poderia receitar nada porque não era pediatra.
Que se quiséssemos poderíamos esperar mais um pouco ou buscar atendimento no posto familiar de manhã.
Deu pra imaginar aí a revolta da pessoa dentro desse hospital, né?
Eu estava simplesmente e totalmente indignada!!!
E com toda razão, diga-se de passagem!
Enfim, voltei pra casa com os meninos, dei banho neles, arrumei alguma coisa pra eles comerem (pois já passava das 23:00) e passei praticamente a noite toda acordada jogando buraco fechado esperando qualquer resmunguinho da Bia pra passar o anti-séptico antes que ela coçasse e ferisse os dedos ainda mais!
Daí hoje de manhã, bem cedinho, corri no posto familiar pra consultar a Bia e imaginem só o tamanho da minha surpresa ao descobrir que no posto não há nenhum médico. Pois é. Não tem.
Quem faz o atendimento bem como receita a medicação é uma enfermeira, acredita?
Mas isso foi porque eu não dei sorte, porque às vezes a gente consegue consultar com um estudante de medicina, olha só que bacana!!!
E agora? O que que eu devia fazer? Procurar um médico particular, né? Claro!!!! R$ 80,00 a consulta (tabelada!!!!)
Liguei pra um monte de gente, num monte de canto e, mais uma vez, adivinhem só: consultas só depois do dia 15/12, pode?
Até lá o pé da menina vai cair!!!!
Como quem não tem cão caça com gato, acabei passando na Bia os remédios que a enfermeira receitou.
Confesso que, apesar de não acreditar muito, a infecção parece bem melhor do que estava horas atrás.
Ainda assim, não me tranquilizou.
O jeito é continuar esperando e medicando até que um médico, de verdade dessa vez, dê uma olhada!!!
13 dezembro 2010
11 dezembro 2010
Lelê - O Independente
Eu: - Filho, você quer ajuda?
Lelê: - Não.
Eu: - Deixa, Lelê, mamãe te ajudar?
Lelê: - Não! Eu tei tilá sozinhu!
Eu: - Então tá bom. Você quem sabe....
Lelê: - Não.
Eu: - Deixa, Lelê, mamãe te ajudar?
Lelê: - Não! Eu tei tilá sozinhu!
Eu: - Então tá bom. Você quem sabe....
Lelê: - MAMÃE!!!!
Eu: - Oi, preto. O que foi?
Lelê: - Tô prezo.....
Eu: - Hushuahushuahushuahushua....
Lelê: - Pála, mamãe!!! Me adchuda....
Rei da Bagunça
Eu: - O QUE É ISSO, ALEXANDRE?!?!?
Lelê: - Hum... Num é nada não, mãe...
Eu: - Filho, você tá todo sujo!!!! Olha só pra você!!!
Lelê: - Hum... é ti eu télo tomá banhu...
Detalhe: ele tinha, literalmente, acabo de sair do banheiro!!!!!!
Como consegue fazer tanta besteira em tão pouco tempo, hein?
Alguém me explica....
07 dezembro 2010
Visita Iuri
Nesse fim de semana, depois de vários meses, o Iuri veio a Minas e os meninos puderam matar um pouquinho da saudade que estavam sentindo dele....
Segue algumas fotos do que rolou por aqui....
Beijos!!!
![]() |
| Foto panorâmica de Itabira |
06 dezembro 2010
Cadê Meu Pai?...
Hoje, por volta das 3:30 da manhã, eu e João Paulo saímos para levar o Iuri até o aeroporto.
Pegamos a BR 381 e, apesar da chuva durante todo o percurso, fizemos uma viagem tranquila.
Graças a Deus, o Iuri chegou a tempo no aeroporto (o que, na verdade, não adiantou muita coisa uma vez que estava caindo uma tempestade federal aqui em Minas. Até tornado teve, acredita? Enfim.....) e voltamos com a mesma tranquilidade de antes.
Ao chegarmos em casa, por volta das 07:30 da manhã, encontramos a Bia e o Alexandre sentados à porta de casa brincando, o que achei muito estranho porque muito raramente eles acordam tão cedo.
Quando o Lelê viu o carro, começou a pular de alegria!!!!
Olhou para dentro pela janela e gritou: "- Tio Jão!!!"
Olhou mais uma vez e gritou: "- Mamãe!!!!"
Dessa vez ele olhou com um pouco mais de atenção e, ao invés de gritar, perguntou com a voz mais triste e decepcionada do mundo: "- Cadê o papai? Mamãe, onde o papai foi?"
Putz!!!!
Fiquei com os olhos cheios de lágrima na hora!!!!
Até João Paulo se comoveu.
Saí do carro segurando todo o medo de desapontar os meus filhos dentro do peito e expliquei que o papai teve que voltar para Fortaleza porque ele tinha que trabalhar.
Disse que ele os amava muito e que ele já estava morrendo de saudades dos dois!
E que, logo, logo, nós todos estaríamos reunidos no Natal.
Difícil, né?
Até minha sogra, coitada, passou um aperto quando, ao ligar para ter notícias do Iuri, teve que rebolar para responder o Lelê que incessantemente perguntava "- Vovó, cadê meu pai?"
Sofrido, viu?
Muuuuuuuuuuuuito sofrido......
Pegamos a BR 381 e, apesar da chuva durante todo o percurso, fizemos uma viagem tranquila.
Graças a Deus, o Iuri chegou a tempo no aeroporto (o que, na verdade, não adiantou muita coisa uma vez que estava caindo uma tempestade federal aqui em Minas. Até tornado teve, acredita? Enfim.....) e voltamos com a mesma tranquilidade de antes.
Ao chegarmos em casa, por volta das 07:30 da manhã, encontramos a Bia e o Alexandre sentados à porta de casa brincando, o que achei muito estranho porque muito raramente eles acordam tão cedo.
Quando o Lelê viu o carro, começou a pular de alegria!!!!
Olhou para dentro pela janela e gritou: "- Tio Jão!!!"
Olhou mais uma vez e gritou: "- Mamãe!!!!"
Dessa vez ele olhou com um pouco mais de atenção e, ao invés de gritar, perguntou com a voz mais triste e decepcionada do mundo: "- Cadê o papai? Mamãe, onde o papai foi?"
Putz!!!!
Fiquei com os olhos cheios de lágrima na hora!!!!
Até João Paulo se comoveu.
Saí do carro segurando todo o medo de desapontar os meus filhos dentro do peito e expliquei que o papai teve que voltar para Fortaleza porque ele tinha que trabalhar.
Disse que ele os amava muito e que ele já estava morrendo de saudades dos dois!
E que, logo, logo, nós todos estaríamos reunidos no Natal.
Difícil, né?
Até minha sogra, coitada, passou um aperto quando, ao ligar para ter notícias do Iuri, teve que rebolar para responder o Lelê que incessantemente perguntava "- Vovó, cadê meu pai?"
Sofrido, viu?
Muuuuuuuuuuuuito sofrido......
Trombinha do Elefante
Esse fim de semana, apesar de todo o calor que fazia em BH, fizemos uma passeio suuuuuuuuuuper bacana ao zoológico!
Foi bárbaro!
Muito bom mesmo!
Daí, quando estávamos nos preparando para ir embora, decidimos dar uma paradinha rápida pra ver os elefantes.
Pense aí no tamanho do susto que tomamos quando chegamos lá e vimos esse lindo espécime macho e seu "quinto membro"?
Era, praticamente, uma perna atrofiada.
Enfim, como estávamos com os meninos, tentamos disfarçar ao máximo e não chamar muita atenção para o dito cujo.
Não adiantou de nada!!!
Bia: - Olha, papai!!! Tem uma trombinha na barriga dele!!!
Foi bárbaro!
Muito bom mesmo!
Daí, quando estávamos nos preparando para ir embora, decidimos dar uma paradinha rápida pra ver os elefantes.
Pense aí no tamanho do susto que tomamos quando chegamos lá e vimos esse lindo espécime macho e seu "quinto membro"?
Era, praticamente, uma perna atrofiada.
Enfim, como estávamos com os meninos, tentamos disfarçar ao máximo e não chamar muita atenção para o dito cujo.
Não adiantou de nada!!!
Bia: - Olha, papai!!! Tem uma trombinha na barriga dele!!!
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