05 novembro 2010

Estimulando o Irmãozinho

Um sábado enquanto estávamos em casa, ouvi a Bia e o Alexandre conversando na sala.
Bia: - Vem, Lelê. Eu te ajudo. Isso, cuidado. Assim, Lelê, ó. Faz igual a mim.
Daí pensei: "Nossa! Que bonitinho a Bia toda preocupada ajudando o Lelê".
Infelizmente, minha conclusão foi precipitada demais.
Poucos instantes depois....

Bia: - Eu nem tenho medo, sabia? Quer ver? No já. 1... 2... 3.... e.... JÁ!!! PULA, LELÊ!!!

Depois disso eu só ouvi o barulho seco da cabeça da criança batendo no chão da sala.
Meu coração até gelou.
Larguei tudo e saí correndo, desesperada, cheguei até a escorregar e cair no chão antes de chegar a sala e me deparar com uma Bia surpreendentemente assustada em pé em cima do parapeito da janela segurando na grade, enquanto o Alexandre estava no chão, com a mãe na cabeça, de boca aberta mas sem chorar. Na verdade, ele estava até ficando levemente azulado, como se não conseguisse respirar.
Foi desesperador!
Graças a Deus foi só um susto.
Pensei até em brigar com a Bia, mas acabei concluindo que uma conversa só bastava uma vez que ela parecia ter aprendido a lição.
Crianças....
É impressionante como a gente não pode descuidar um segundo sequer!

3 comentários:

  1. mas gatinha..não é mto dificil o lele bater a cabecinha dele no chão não! ele nem sente mais :**
    que saudade dos meus nenéns :**

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  2. e quem dera se fosse só no chão.. o Lelê bate a cabeça em TODO canto!

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  3. Ai que maldade... E o pior é que é verdade! Alguém lembra daquele hematoma constante que o Lelê tinha do lado direito? Ow comédia!!!

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